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João Cabral de Melo Neto
" "A cana-de-açúcar, tão pura, se recusa, viva, a estar nua: desde cedo saias folhudas milvestem-lhe a perna andaluza. É tão andaluza em si mesma que cresce promíscua e honesta; cresce em noviça, sem carinhos, sem flores, cantos, passarinhos." "